Velt Partners amplia estratégia ao reduzir foco na Bolsa de Valores
A Velt Partners, gestora especializada em value investing, decidiu diversificar suas estratégias, deixando de focar exclusivamente na Bolsa de Valores. Segundo Mauricio Bittencourt, sócio-fundador, o mercado mudou nos últimos anos, com menos empresas alinhadas ao perfil da gestora.
A nova abordagem inclui investimentos em operações privadas e crédito conversível em ações, focando em criar valor em negócios de qualidade ao invés de especulação. A equipe foi reduzida, e as novas estratégias ainda estão em definição.
Com R$ 2 bilhões sob gestão, a Velt mantém a transparência com os clientes e busca se adaptar ao cenário econômico brasileiro, marcando uma mudança significativa na sua atuação dos últimos dez anos.
A Velt Partners, gestora focada em value investing, decidiu expandir suas estratégias de investimento, deixando para trás o foco exclusivo na Bolsa de Valores. De acordo com Mauricio Bittencourt, sócio-fundador da Velt, o mercado nacional mudou nos últimos cinco anos, reduzindo o número de empresas abertas alinhadas ao perfil buscado pela gestora.
A proposta é diversificar as operações, explorando investimentos em outras áreas relacionadas a equities no Brasil, como operações privadas ou crédito conversível em ações. Bittencourt destacou que o objetivo principal é gerar valor em negócios de alta qualidade e boa administração, em vez de apenas especular com diferenciais curtos de preço.
Apesar das novas estratégias ainda não terem sido completamente definidas, a gestora optou por comunicar sua intenção para os clientes, priorizando a transparência. Atualmente, a equipe foi reduzida de cerca de 25 para 10 profissionais, mantendo a gestão dos fundos tradicionais até a implementação das novas abordagens.
Com aproximadamente R$ 2 bilhões sob gestão, a Velt reúne principalmente investidores estrangeiros. No Brasil, grande parte dos ativos sob administração pertence ao próprio Bittencourt. Ele admitiu que a adaptação é um desafio, mas necessária diante das circunstâncias do mercado.
Essa movimentação marca um novo ciclo para a Velt, que desde sua origem, há dez anos, focava em ações negociadas na Bolsa. A mudança busca melhor alinhamento com as oportunidades e o cenário econômico atual no país.
Os filmes mais baixados via torrent na semana de 9 a 15 de março
Entre 9 e 15 de março, filmes variados se destacaram entre os mais baixados via torrent. A lista inclui títulos pouco encontrados em plataformas oficiais e outros presentes em serviços de streaming, refletindo as preferências dos espectadores.
Destaques vão para “Caminhos do Crime”, que narra a busca de um detetive por um ladrão, e “Máquina de Guerra”, disponível na Netflix, sobre um recruta diante de uma ameaça militar. O suspense “Justiça Artificial” também chamou atenção com sua trama envolvendo inteligência artificial.
Documentários como “Marty Supreme”, no Prime Video, mostram histórias inspiradoras, enquanto “A Empregada” explora mistérios na vida de uma mulher que trabalha para um casal. Essa variedade de gêneros atende a diferentes gostos e mantém o público informado sobre os filmes mais populares da semana.
Entre os lançamentos recentes, vários filmes ganharam destaque como os mais baixados via torrent na semana de 9 a 15 de março. A lista traz títulos que não aparecem facilmente em plataformas oficiais e outros disponíveis em serviços de streaming, o que permite ao público acompanhar o que está em alta na área cinematográfica. Essa seleção ajuda a entender o que tem movimentado o interesse dos espectadores globalmente.
Destaque para “Caminhos do Crime”, que traz a história de um detetive em busca de um ladrão numa trama repleta de suspense, não disponível em serviços oficiais. Outro título popular é “Máquina de Guerra”, disponível na Netflix, onde um recruta enfrenta uma ameaça inesperada durante um treinamento militar.
Em seguida, o suspense “Justiça Artificial” mostra a luta de um detetive para provar sua inocência diante de um tribunal movido por inteligência artificial, também fora das plataformas tradicionais. Para quem prefere documentários, “Marty Supreme” está disponível para aluguel no Prime Video, narrando a trajetória de um ex-traficante que virou campeão de tênis de mesa.
“A Empregada” é outro título notável, que pode ser comprado ou alugado no Prime Video, YouTube e Apple TV, mostrando a vida de uma mulher que começa a trabalhar para um casal com segredos ocultos.
Essa lista mescla gêneros e temáticas que atraem diferentes públicos, promovendo opções para quem quer se atualizar no universo dos filmes mais baixados de forma regular.
Lançado em 1998, o mangá Hunter x Hunter, criado por Yoshihiro Togashi, continua em publicação após mais de duas décadas. A história acompanha Gon Freecss, um garoto que deseja se tornar um Hunter para encontrar seu pai, Ging Freecss, um renomado profissional especializado em perigosas missões.
Duas adaptações em anime foram lançadas, em 1999 e 2011, mas nenhuma conseguiu cobrir totalmente o conteúdo do mangá. A versão de 1999, com 62 episódios, mostrou uma atmosfera mais sombria e um ritmo mais lento, parando no arco Greed Island. Já a série de 2011, com 147 episódios, reiniciou a história e abordou arcos importantes como o das Formigas Quimera e a 13ª Eleição do Presidente da Associação Hunter.
O mangá enfrenta longas pausas desde 2006 devido a problemas de saúde do autor. Desde 2012, a obra está no arco Succession Contest, que ainda não avançou de forma constante, tornando o ritmo de lançamento irregular. Essa irregularidade impede que o anime receba uma nova adaptação completa, já que o material disponível não sustenta uma série atualizada.
Enquanto isso, Hunter x Hunter mantém sua influência no gênero shonen, com fãs aguardando novidades. A continuidade da franquia depende diretamente da saúde e ritmo de trabalho de Togashi, que prioriza seu bem-estar durante o processo criativo.
Super Bomberman Collection reúne clássicos da Konami em uma só coletânea
A Konami lança Super Bomberman Collection, que reúne sete jogos clássicos da série, incluindo títulos inéditos fora do Japão. O destaque fica para o modo multiplayer, que mantém a jogabilidade estratégica e ágil dos anos 1990.
A coletânea oferece jogos como Bomberman, Bomberman II e Super Bomberman 5, além de artes conceituais e trilha sonora. Funcionalidades modernas como salvar a qualquer momento e rebobinar jogadas facilitam para jogadores de diferentes níveis.
Disponível para PS5, Xbox Series, Nintendo Switch e PC, a coleção também traz o modo Corrida aos Chefes. A ausência do modo online pode ser um ponto negativo para quem prefere partidas remotas.
A Konami surpreende ao revitalizar franquias clássicas, com destaque para o lançamento de Super Bomberman Collection, que reúne sete títulos marcantes da série, incluindo alguns que nunca saíram do Japão. A coleção entrega uma experiência completa, mantendo a jogabilidade que conquistou fãs desde os anos 1990, especialmente o modo multiplayer que destaca estratégia e agilidade mental.
Esta compilação inclui jogos como Bomberman, Bomberman II e Super Bomberman 5, com variações regionais. Além dos jogos, a coleção oferece artes conceituais de Shoji Mizuno e uma jukebox com as trilhas sonoras, recursos que ampliam o conteúdo para apreciadores da série. A Konami também investiu em recursos modernos para a jogabilidade, como salvar a qualquer momento e rebobinar jogadas para facilitar o progresso, ampliando o acesso para jogadores de diferentes níveis de habilidade.
Um diferencial é o modo Corrida aos Chefes, que propõe desafios sequenciais contra todos os chefes, sem trapaças, o que adiciona um fator replay interessante. Entretanto, Super Bomberman Collection não traz modo online, o que pode ser um ponto negativo para quem busca partidas remotas.
Disponível para PS5, Xbox Series S|X, Nintendo Switch e PC, essa coletânea reforça o compromisso da Konami em preservar seu catálogo, oferecendo uma forma prática e acessível de reviver clássicos sem abrir mão das facilidades dos jogos modernos.
Essas edições demonstram uma tendência clara da empresa em valorizar sua história, exibindo coleções robustas e acessíveis, que continuam relevantes para novos jogadores e fãs antigos.
Comp contrata ex-executivo do Gringo para liderar expansão com R$ 100 milhões
A Comp, empresa de HRtech que usa inteligência artificial, contratou Rafael Ruivo, ex-executivo do Gringo, para liderar sua nova área de negócios. Com esse reforço, a startup intensifica sua expansão estratégica.
A empresa recebeu R$ 100 milhões em investimento para ampliar seu modelo “embedded”. Nele, executivos de RH e engenheiros de IA trabalham junto aos times clientes, criando o conceito de “superRH” para suporte próximo.
O objetivo é transformar o RH das empresas em áreas orientadas a dados e IA, acelerando projetos e melhorando a eficiência dos times. Grandes clientes como Nubank, iFood e QuintoAndar já utilizam essas soluções.
A Comp, empresa de HRtech que aposta na inteligência artificial para recursos humanos, contratou Rafael Ruivo como General Manager para liderar uma nova área de negócios. Com experiência como CXO e CHRO no Gringo, o executivo vai conduzir a expansão da empresa em diversas frentes estratégicas de RH.
A startup recebeu um investimento de R$ 100 milhões em fevereiro de 2026, numa rodada Série A liderada pela Khosla Ventures. Essa captação impulsiona a ampliação do modelo “embedded”, no qual executivos de RH e engenheiros de IA atuam integrados aos times das empresas clientes, criando um suporte próximo chamado “superRH”.
Na prática, a Comp transforma o RH em uma área orientada a dados e inteligência artificial, funcionando como um “supercolaborador” para as equipes. Rafael explica que o objetivo é ajudar os gestores a acelerar projetos que normalmente demorariam meses, atuando como um braço direito do Chief Human Resources Officer (CHRO).
Os profissionais da startup trabalham diretamente nas ferramentas internas das empresas, como e-mail e Slack, participando das reuniões. Isso reduz atritos e torna as entregas mais ágeis, pois as soluções são ajustadas ao dia a dia dos clientes.
Além disso, a Comp desenvolve soluções personalizadas a partir de diagnósticos que envolvem entrevistas com times de RH e executivos. Entre os clientes da empresa estão grandes nomes do setor tecnológico e financeiro, como Nubank, iFood e QuintoAndar.
Planta aquática Salvinia auriculata reduz antibióticos e danos genéticos em peixes no rio Piracicaba
Pesquisadores da USP estudaram resíduos de antibióticos no rio Piracicaba, identificando 12 tipos diferentes, entre eles tetraciclinas e fluoroquinolonas. Foi constatado que as concentrações aumentam na estação seca devido à menor diluição da água e que peixes locais apresentam contaminantes preocupantes, como cloranfenicol, proibido no Brasil.
A planta aquática Salvinia auriculata mostrou alta eficiência na redução da enrofloxacina na água, eliminando mais de 95% em poucos dias. Além disso, a planta ajudou a reduzir os danos genéticos causados pelo cloranfenicol em peixes, embora esse efeito varie conforme a biodisponibilidade dos antibióticos.
O estudo indica que o uso dessa planta pode ser uma estratégia natural para mitigar a contaminação por antibióticos em rios, mas alerta sobre a necessidade de cuidado para evitar a reintrodução dos poluentes no ambiente aquático.
Um estudo desenvolvido pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (Cena-USP) identificou resíduos de antibióticos no rio Piracicaba, um dos principais rios do interior paulista. Esse trabalho também avaliou como a planta aquática Salvinia auriculata, comum na região, pode ajudar a reduzir esses contaminantes e os danos genéticos em peixes.
Foram analisadas amostras de água, sedimentos e peixes nos períodos chuvoso e seco, identificando 12 antibióticos, como tetraciclinas e fluoroquinolonas. Na estação seca, as concentrações de compostos aumentam devido à menor diluição. No sedimento, níveis de substâncias como a enrofloxacina e sulfonamidas foram superiores a estudos internacionais similares.
Um achado preocupante foi a presença de cloranfenicol em lambaris, peixes consumidos localmente, só detectada na estiagem. Esse antibiótico é proibido para uso em animais no Brasil por toxicidade, indicando possível impacto na saúde humana via alimentação.
Testes com a Salvinia auriculata mostraram alta eficiência na remoção da enrofloxacina, eliminando mais de 95% em poucos dias. Para o cloranfenicol, a remoção foi menor e mais lenta. A planta absorve principalmente pelas raízes, processo conhecido como rizofiltração.
Entretanto, apesar da redução na água, a presença da planta pode modificar a absorção dos antibióticos nos peixes, aumentando às vezes sua biodisponibilidade. O cloranfenicol causou danos genéticos nos peixes, mas esses danos foram menores quando a Salvinia estava presente.
O estudo indica que plantas aquáticas podem auxiliar na mitigação de antibióticos em ambientes naturais, embora seu uso exija cuidados para evitar reintrodução dos contaminantes.
Conheça a árvore conhecida como “milagrosa” por seu rápido crescimento e valor nutricional
A árvore chamada de “milagrosa” é reconhecida por seu crescimento acelerado e por conter alto valor nutricional nas folhas, como vitaminas A, C e E, além de minerais essenciais como cálcio, ferro e potássio. Essa característica a torna importante para a alimentação, especialmente em regiões que enfrentam insegurança alimentar.
Além dos benefícios nutricionais, a planta se adapta a diferentes climas e solos, facilitando seu cultivo. É uma opção acessível para agricultores iniciantes, pois exige poucos recursos e permite várias colheitas ao longo do ano, contribuindo para melhorar a oferta de nutrientes.
Projetos agrícolas incentivam seu cultivo em áreas vulneráveis, aproveitando também seu potencial medicinal e ambiental. Assim, a árvore milagrosa representa uma alternativa sustentável para ampliar o acesso a alimentos nutritivos e fortalecer a agricultura local.
A árvore milagrosa é destacada por seu rápido crescimento e alto valor nutricional, principalmente devido às suas folhas ricas em vitaminas A, C e E e minerais como cálcio, ferro e potássio. Essa planta, que já é utilizada há séculos em regiões da Ásia e África, evidencia uma densidade nutricional incomum para uma árvore de crescimento acelerado, concentrando proteínas e antioxidantes importantes para a alimentação.
Além do benefício nutricional, o cultivo da árvore milagrosa é facilitado por sua adaptação a diferentes climas e solos, exigindo poucos recursos e tornando-se uma opção viável para agricultores em diversas regiões. A planta cresce bem em solos leves com boa drenagem e necessita de exposição solar constante, fatores que podem ser facilmente atendidos até mesmo por agricultores iniciantes que optam por sementes ou estacas no plantio.
Organizações agrícolas e projetos de segurança alimentar têm incentivado seu cultivo em áreas afetadas por insegurança alimentar, aproveitando a capacidade da planta de produzir folhas colhidas várias vezes ao ano. Essa frequência de colheita aumenta a disponibilidade de nutrientes essenciais ao longo do tempo, ajudando no combate à desnutrição.
Além da alimentação, a árvore milagrosa também é conhecida por seu potencial medicinal e ambiental, consolidando-se como uma espécie estratégica para agricultura sustentável. O crescente interesse global se apoia na simplicidade do cultivo, nas propriedades nutricionais concentradas e na possibilidade de ampliar o acesso a fontes nutritivas em diversas regiões do planeta.
Trump alerta para futuro instável da OTAN diante da falta de apoio no estreito de Ormuz
O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, expressou dúvidas sobre a disposição dos países da OTAN em defender os interesses americanos, especialmente em relação à segurança no estreito de Ormuz. Ele ressaltou que muitos aliados podem não estar dispostos a apoiar Washington em situações de conflito.
Trump destacou que a recusa dos membros da aliança em ajudar na proteção do estreito pode comprometer o futuro da OTAN. A região é estratégica para o comércio internacional e enfrenta tensões devido à atuação do Irã, que é visto como um fator de instabilidade.
Além disso, a resistência de países como Japão, Reino Unido e França em enviar suas marinhas para escoltar navios comerciais aumenta as preocupações. Isso levanta dúvidas sobre o comprometimento e a solidez da aliança diante de desafios geopolíticos atuais.
O ex-presidente americano Donald Trump expressou dúvidas sobre a disposição dos aliados da OTAN em defender os Estados Unidos, especialmente em uma crise envolvendo o estreito de Ormuz. Em entrevista ao Financial Times, Trump afirmou: “nós vamos defendê-los, e eles não vão“, indicando que não acredita que os parceiros da aliança militar agiriam para proteger os interesses americanos em situações de conflito.
Trump alertou que, se os países membros da OTAN recusarem ajudar Washington a garantir a segurança no estreito de Ormuz, isso poderá significar um futuro complicado para a aliança. O estreito, rota importante para o tráfego marítimo mundial, enfrenta tensões crescentes, especialmente devido à atuação do Irã, que Trump classificou como um “empecilho incômodo” capaz de causar transtornos na região.
Recentemente, a Casa Branca planeja formar uma coalizão para escoltar navios comerciais que transitam pela passagem estratégica. No entanto, o Japão, Reino Unido e França já se posicionaram contrários a enviar suas marinhas para esta missão, o que reforça as preocupações sobre a capacidade da OTAN em responder a esses desafios.
Trump reconheceu publicamente sua preocupação com a resposta dos aliados em futuras crises, levantando questionamentos sobre a solidez e o comprometimento da aliança militar internacional diante das pressões geopolíticas atuais.
Pesquisadores observam mudança incomum no movimento do núcleo da Terra
Cientistas identificaram que o núcleo sólido da Terra pode estar desacelerando sua rotação e até girando em sentido contrário ao da crosta. A análise de ondas sísmicas de terremotos mostrou essa alteração incomum.
Esse movimento pode ser parte de um ciclo natural que ocorre a cada 60 ou 70 anos, causado pela interação entre o núcleo, o manto e a camada líquida ao redor. Embora seja uma descoberta importante, o fenômeno não oferece riscos à vida na superfície.
A mudança na rotação do núcleo tem impacto mínimo no comprimento dos dias, alterando apenas frações de milissegundos, segundo os pesquisadores. O estudo ajuda a entender melhor a dinâmica interna do planeta.
Cientistas revelaram que o núcleo da Terra pode ter diminuído sua rotação e até começado a girar em sentido contrário ao da superfície do planeta. Essa descoberta surgiu após a análise de ondas sísmicas produzidas por terremotos durante décadas.
O núcleo interno, sólido e composto basicamente por ferro e níquel, está localizado a mais de 5 mil quilômetros abaixo da superfície. Ele é crucial para a formação do campo magnético terrestre, estando envolvido por uma camada externa líquida.
Até pouco tempo, acreditava-se que o núcleo interno girava levemente mais rápido que a crosta. Porém, estudos indicam que essa velocidade desacelerou a partir de 2010, levando a essa aparente rotação reversa em relação às camadas externas do planeta.
Esse movimento incomum foi detectado ao comparar sinais sísmicos de terremotos ocorridos em regiões similares, permitindo captar pequenas variações no comportamento interno da Terra.
Especialistas explicam que o fenômeno pode fazer parte de um ciclo natural que se repete a cada 60 ou 70 anos. Ele estaria relacionado à interação gravitacional entre o núcleo, o manto e a camada líquida que circunda o centro do planeta.
Apesar da relevância da descoberta, os pesquisadores garantem que essa alteração não traz riscos à vida na superfície, pois seu impacto prático sobre a duração dos dias é mínimo, alterando apenas frações de milissegundos.
Tempo médio das empresas em portfólios de private equity no Brasil aumenta
Nos últimos anos, o tempo das empresas nos portfólios dos fundos de private equity no Brasil aumentou para cerca de seis anos e três meses, segundo relatório da Bain & Company. Esse crescimento reflete maior seletividade dos gestores e dificuldade para encontrar oportunidades de venda.
Apesar da manutenção no volume de vendas, a proporção de empresas vendidas diminuiu, o que elevou o número de empresas em carteira, impactando a taxa de retorno dos fundos. Investidores buscam estratégias para agregar mais valor e justificar melhores preços na venda.
Este cenário acompanha uma tendência global, com aumento do tempo médio de investimento em portfólios de private equity, pressionando o mercado e influenciando captações de novos fundos, especialmente entre investidores tradicionais como fundos de pensão.
Nos últimos anos, a indústria brasileira de private equity enfrenta um aumento no tempo que as empresas permanecem nos portfólios dos fundos antes de serem vendidas. Entre 2023 e 2025, esse período médio chegou a seis anos e três meses, um crescimento em relação aos cinco anos e três meses registrados entre 2018 e 2022, segundo relatório da Bain & Company.
Apesar da quantidade de vendas não ter caído, o percentual de empresas vendidas em relação ao total diminuiu. Em 2023, as saídas representavam 9% do portfólio, enquanto em 2025 esse número caiu para 4%. Isso ocorre porque as gestoras continuam adquirindo empresas, aumentando o estoque em carteira.
Atualmente, cerca de 250 empresas compõem os portfólios, das quais metade está investida há mais de quatro anos e 30% por mais de seis anos – grupo que geralmente deveria ser vendido. Esse cenário reflete uma maior seletividade dos investidores e maior dificuldade para encontrar eventos de liquidez, que reduz a taxa de retorno dos fundos.
A demora para realizar as vendas obriga os fundos a buscar planos robustos para agregar valor às empresas e justificar um preço maior na venda. Além disso, a queda na rentabilidade preocupa investidores tradicionais, como fundos de pensão e soberanos, dificultando captações para novos negócios.
Globalmente, a tendência é semelhante. De acordo com dados internacionais, houve aumento da proporção de empresas com mais de cinco anos nos portfólios de 33% para 39% entre 2023 e 2025, enquanto a participação das mais recentes diminuiu. O cenário mantém a pressão para aumento do tempo médio de investimento.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação